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20 Maio 2013

Postagens na forja

Eis alguns dos temas que, progressivamente, deverão entrar neste diário a partir da meia-noite local:
* Genéricos: Uma viagem ao distrito de Mulevala (Zambézia) (1)
Séries pessoais: Luta política: a Pasárgada da Renamo (4); O popular Facebook de pedais em Quelimane (4); Qual a cor de Cécile Kyenge Kashetu? (9); Alice no País da Sociedade Civil (4); A cova não está em Muxúnguè (15); O aguilhão da história (sobre o assassinato do taxista moçambicano) (30); Por que os médicos venceram? (21); Vídeosocial de Maputo (4); A raça das raças (6); Desunidos e unidos (5); O poder de nomear desviantes e vândalos (11); Sobre o 15 de Novembro (18); Produção de pobreza teórica (8); O discurso da identidade nacional (8); Como suster os linchamentos? (16); O que é um intelectual? (13); Democracia formal e prescrição hipnótica (8); Análise da análise (18); Morte dos blogues moçambicanos? (47); A carne dos outros (21); A difícil fórmula da distribuição de consensos (49); Sobre os guerrilheiros do informal em Moçambique (14); Modos de navegação social (21); Ditos (58); O que é Moçambique, quem são os Moçambicanos? (97)

Luta política: a Pasárgada da Renamo (3)

Terceiro número da série. Deixei no número anterior a seguinte pergunta: qual a Pasárgada da Renamo? Mais concretamente: qual o objectivo final desse partido em todo um processo que está, por hipótese, para além de Muxúnguè? Permitam-me mais uma pergunta: é possível estabelecer uma relação entre a presença do presidente da Renamo na Gorongosa, as ameaças de retaliação militar às forças governamentais e a intenção de boicote às próximas eleições?
(continua)

O popular Facebook de pedais em Quelimane (3)

Terceiro número da série. Escrevi no número anterior que os bicicleteiros de Quelimane começam a trabalhar manhã cedo e só terminam à noite. É gente oriunda da cidade do macubar - tentacular e imenso casario de adobe rodeando o cimento urbano -, gente humilde. O que cobram é de somenos,  cinco, dez meticais, não importa a distância, eles vão onde o cliente quiser, pedalando sempre, rosto firme mas frequentemente cansado, a água de lanho é muitas vezes o alimento. Foto reproduzida daqui.
(continua)

Edição 2010

19 Maio 2013

A festa

Através da estação televisiva STV no seu noticiário das 20 horas, soube que a partir de amanhã deverá acontecer a greve dos médicos anunciada pela Associação Médica de Moçambique (AMM). A estação mostrou imagens de um documento a ser assinado pelo presidente da AMM e por alguém que julgo ser o presidente da Comissão dos Profissionais de Saúde Unidos. Mas isso não foi para mim o mais importante: o mais importante foi ver profissionais de saúde, creio que enfermeiros e pessoal auxiliar, a dançar e a cantar com imensa alegria, como se numa festa estivessem, à retaguarda dos assinantes do documento.
Observação: seja qual for o contexto cultural, sejam quais forem as exigências, sejam quais forem as razões, dói ver pessoas dotar a festa de um estatuto privilegiado e único para anunciar uma greve - afinal uma abstenção - face à doença e à dor nos hospitais públicos do país.
Observação 2 às 21:19: no noticiário aqui em causa, da STV, o médico Jorge Fernandes de Quelimane, afirmou que nessa cidade também seria observada a greve. Acrescentou que poderão ser afectados não os que têm condições para se tratarem na África do Sul, mas os outros, os que não têm. Este é, sem dúvida, um ponto para reflexão.

Postagens na forja

Eis alguns dos temas que, progressivamente, deverão entrar neste diário a partir da meia-noite local:
* Genéricos: Uma viagem ao distrito de Mulevala (Zambézia) (1)
Séries pessoais: Luta política: a Pasárgada da Renamo (3); O popular Facebook de pedais em Quelimane (3); Qual a cor de Cécile Kyenge Kashetu? (9); Alice no País da Sociedade Civil (4); A cova não está em Muxúnguè (15); O aguilhão da história (sobre o assassinato do taxista moçambicano) (30); Por que os médicos venceram? (21); Vídeosocial de Maputo (4); A raça das raças (6); Desunidos e unidos (5); O poder de nomear desviantes e vândalos (11); Sobre o 15 de Novembro (18); Produção de pobreza teórica (8); O discurso da identidade nacional (8); Como suster os linchamentos? (16); O que é um intelectual? (13); Democracia formal e prescrição hipnótica (8); Análise da análise (18); Morte dos blogues moçambicanos? (47); A carne dos outros (21); A difícil fórmula da distribuição de consensos (49); Sobre os guerrilheiros do informal em Moçambique (14); Modos de navegação social (21); Ditos (58); O que é Moçambique, quem são os Moçambicanos? (97)

O popular Facebook de pedais em Quelimane (2)

Segundo número da série. Escrevi no número inaugural que, numa curta estadia em Quelimane, o que mais me impressionou foram os bicicleteiros, os condutores de táxis-bicicletas, fenómeno único no país, aos milhares. Na verdade, talvez haja entre três mil a quatro mil bicicleteiros em Quelimane, essa cidade que parece agarrada ao passado no momento em que o futuro a chama. Começam a trabalhar manhã cedo e só terminam à noite. É gente oriunda da cidade do macubar - tentacular e imenso casario de adobe rodeando o cimento urbano -, gente humilde. Foto reproduzida daqui.
(continua)

Luta política: a Pasárgada da Renamo (2)

Segundo número da série. Andam governo e Renamo em processo negocial, mas com o governo a rejeitar as pré-condições da Renamo. Amanhã deve acontecer a terceira sessão. Subsiste a pergunta: qual a Pasárgada da Renamo? Mais concretamente: qual o objectivo final desse partido em todo um processo que está, por hipótese, para além de Muxúnguè?
(continua)

Uma viagem a Mágoè/Zumbo (Tete) (77)

Septuagésimo sétimo e último número de uma série fotográfica de 2012 com registos da vila do Zumbo, província de Tete, da autoria de Carlos Serra Jr, na qual, como em séries anteriores, desfilam imagens do microsocial do país. A última série do autor versou sobre Pemba-Metuge, aqui. A próxima terá a Zambézia como referência. Se quiser ampliar a imagem, clique sobre ela com o lado esquerdo do rato.
(fim)

Qual a cor de Cécile Kyenge Kashetu? (8)

Oitavo número da série, com a foto em epígrafe reproduzida daqui. Permaneço no segundo ponto do sumário proposto aqui. 2. Os quatro andamentos da racialização do social. Escrevi no número anterior que o primeiro andamento diz respeito à formulação instintiva do Outro, ao nome que lhe damos, à identidade que lhe atribuímos como indivíduo ou como grupo. O segundo movimento é mais complexo, mais delicado e consiste em atribuir ao Outro - indivíduo ou grupo - uma identidade negativa, motivo de escárnio ou de ameaça. Se não se importam, prossigo mais tarde.
Em epígrafe, a médica Cécile Kashetu ajudando um doente, foto reproduzida com a devida vénia da sua página no facebook, aqui. Abaixo, uma curta mensagem deixada nessa página a 05/05/2013.
Adenda: tenho escrito bastante sobre racismo neste diário. Sugiro recordem, por exemplo,  a série com o título A raça das raças, ainda em curso, aqui; e estoutra, já terminada, com o título De que raça é a tua cor?, aqui.
(continua)

Protegermo-nos de 99,9% da informação

18 Maio 2013

Postagens na forja

Eis alguns dos temas que, progressivamente, deverão entrar neste diário a partir da meia-noite local:
* Genéricos: Uma viagem a Mágoè/Zumbo (Tete) (77)
Séries pessoais: Luta política: a Pasárgada da Renamo (2); O popular Facebook de pedais em Quelimane (2); Qual a cor de Cécile Kyenge Kashetu? (8); Alice no País da Sociedade Civil (4); A cova não está em Muxúnguè (15); O aguilhão da história (sobre o assassinato do taxista moçambicano) (30); Por que os médicos venceram? (21); Vídeosocial de Maputo (4); A raça das raças (6); Desunidos e unidos (5); O poder de nomear desviantes e vândalos (11); Sobre o 15 de Novembro (18); Produção de pobreza teórica (8); O discurso da identidade nacional (8); Como suster os linchamentos? (16); O que é um intelectual? (13); Democracia formal e prescrição hipnótica (8); Análise da análise (18); Morte dos blogues moçambicanos? (47); A carne dos outros (21); A difícil fórmula da distribuição de consensos (49); Sobre os guerrilheiros do informal em Moçambique (14); Modos de navegação social (21); Ditos (58); O que é Moçambique, quem são os Moçambicanos? (97)

Luta política: a Pasárgada da Renamo (1)

Tenho para mim que tal como Manuel Bandeira teve a sua Pasárgada, a Renamo também tem a sua na luta política guerrilheira que trava com a Frelimo. Qual é?
(continua)

Sobre a insegurança em Ndlavela

No "Notícias" sobre o bairro de Ndlavela, município da Matola: "Informações em nosso poder indicam que, por semana, pelo menos cinco mulheres são violadas por indivíduos desconhecidos na via pública e igual número de residências assaltadas pelos bandidos."
Observação: a descrição do jornal leva à hipótese de quanto a insegurança vivida no bairro - no qual existem apenas sete polícias para 77 quarteirões -, pode dar origem a uma das modalidades de linchamento, o périurbano, forma cruel de (1) lutar contra a desordem social e de (2) acreditar resolvê-la dessa maneira.

Ditos (57)

Quinquagésimo sétimo dito. Existem dois tipos de leis: as leis do dia e as leis da noite. As leis do dia são aquelas que, escritas, disciplinam comportamentos de forma universal. As leis da noite são aquelas que, não escritas, disciplinam comportamentos de forma particular. Então, a lei tem leis.
(continua)

O popular Facebook de pedais em Quelimane (1)

Estive em Quelimane alguns dias, 17 anos depois de lá ter estado. O que mais me impressionou na estadia? Os bicicleteiros, os condutores de táxis-bicicletas, fenómeno único no país, aos milhares. Foto reproduzida daqui.
(continua)

No "Savana"

17 Maio 2013

Dois mil jovens disputam 30 vagas num restaurante de Quelimane

Dois mil jovens disputam 30 vagas num restaurante em Quelimane - despacho do jornalista Jorge Marcos no noticiário das 20 horas da estação televisiva STV.

Luta política: a Pasárgada da Renamo

Postagens na forja

Eis alguns dos temas que, progressivamente, deverão entrar neste diário a partir da meia-noite local:
* Genéricos: Uma viagem a Mágoè/Zumbo (Tete) (77)
Séries pessoais: Qual a cor de Cécile Kyenge Kashetu? (8); Alice no País da Sociedade Civil (4); A cova não está em Muxúnguè (15); O aguilhão da história (sobre o assassinato do taxista moçambicano) (30); Por que os médicos venceram? (21); Vídeosocial de Maputo (4); A raça das raças (6); Desunidos e unidos (5); O poder de nomear desviantes e vândalos (11); Sobre o 15 de Novembro (18); Produção de pobreza teórica (8); O discurso da identidade nacional (8); Como suster os linchamentos? (16); O que é um intelectual? (13); Democracia formal e prescrição hipnótica (8); Análise da análise (18); Morte dos blogues moçambicanos? (47); A carne dos outros (21); A difícil fórmula da distribuição de consensos (49); Sobre os guerrilheiros do informal em Moçambique (14); Modos de navegação social (21); Ditos (57); O que é Moçambique, quem são os Moçambicanos? (97)

O popular Facebook de pedais em Quelimane

Foto reproduzida daqui.

Autárquicas 2013

Boletim sobre o processo político em Moçambique (2/17 de Maio de 2013), aqui.

Savana 1010

16 Maio 2013

Quelimane e dificuldade de acesso à internet

Todos os meus esforços, de amigos e colegas para conseguir entrar na internet em Quelimane fracassaram. Regressado há momentos a Maputo, espero retomar as postagens a partir de amanhã.
Observação: fazer este diário é para mim um imperativo categórico e um dever cívico desde a sua fundação a 18 de Abril de 2006.

14 Maio 2013

Postagens na forja

Eis alguns dos temas que, progressivamente, deverão entrar neste diário a partir da meia-noite local:
* Genéricos: Uma viagem a Mágoè/Zumbo (Tete) (77)
Séries pessoais: Qual a cor de Cécile Kyenge Kashetu? (8); Alice no País da Sociedade Civil (4); A cova não está em Muxúnguè (15); O aguilhão da história (sobre o assassinato do taxista moçambicano) (30); Por que os médicos venceram? (21); Vídeosocial de Maputo (4); A raça das raças (6); Desunidos e unidos (5); O poder de nomear desviantes e vândalos (11); Sobre o 15 de Novembro (18); Produção de pobreza teórica (8); O discurso da identidade nacional (8); Como suster os linchamentos? (16); O que é um intelectual? (13); Democracia formal e prescrição hipnótica (8); Análise da análise (18); Morte dos blogues moçambicanos? (47); A carne dos outros (21); A difícil fórmula da distribuição de consensos (49); Sobre os guerrilheiros do informal em Moçambique (14); Modos de navegação social (21); Ditos (57); O que é Moçambique, quem são os Moçambicanos? (97)

Evacuar as diatribes

Médicos anunciaram um pré-aviso de greve, confira aqui, aqui e aqui. O caderno reivindicativo encontra-se na página do facebook da Associação Médica de Moçambique, aqui.
Observação: este é um momento que requer a evacuação das diatribes e um esforço negocial paciente e mutuamente respeitoso.

O aguilhão da história (sobre o assassinato do taxista moçambicano) (29)

"(...) a nossa preocupação no que se refere aos moçambicanos na África do Sul tem a ver com a extrema violência com eles tem sido tratados quando cometem crimes. Isto aconteceu agora, foi um caso excepcional, admitamos, mas também temos tido conhecimento de que os caçadores furtivos normalmente são mortos." - ministro Oldemiro Baloi
Vigésimo nono número da série. Prossigo no nono número do sumário proposto aqui, a saber: 8. A produção de estereótipos sobre a colónia braçal. Escrevi no número anterior que, terra de acolhimento para quem procura melhores condições de vida, portanto, para quem emigra de terras menos privilegiadas, a África do Sul recebeu e recebe anualmente milhares de emigrantes. Quando há crise social, o emigrante torna-se bode expiatório - acrescentei. O que significa ser bode expiatório? Significa algo que nada tem a ver com a crueldade em si da polícia sul-africana ou com a violência em si do povo sul-africano, como certos círculos gostam de asseverar. Permitam-me prosseguir mais tarde.
(continua)
Adenda: o vídeo a seguir contém imagens chocantes, aqui.
Adenda 2 às 7:34 de 05/03/2013: ouvidos ontem pela estação televisiva STV, camionistas moçambicanos que escalam a África do Sul queixaram-se de constantes maus tratos por parte da polícia sul-africana. Eles não gostam dos Moçambicanos - eis o resumo das intervenções.
Adenda 3 às 00:54 de 11/03/2013: este acontecimento trágico é propício não só ao sensacionalismo baixo-preço de certa imprensa, das redes sociais e dos blogues do copia/cola, como, também - estudem as televisões locais -, aos jogos políticos em geral e a certos jogos eleitoralistas em particular.
Adenda 4 às 00:51 de 22/03/2013: um trabalho no Sowetan (obrigado ao FL pelo envio da referência), com o título abaixo:

Qual a cor de Cécile Kyenge Kashetu? (7)

Sétimo número da série, com a foto em epígrafe reproduzida daqui. Permaneço no segundo ponto do sumário proposto aqui. 2. Os quatro andamentos da racialização do social. Escrevi no número anterior que as representações sociais guardam momentos diferenciados e, quanto a mim, hierarquizáveis, desde o mais inofensivo ao mais perigoso. O primeiro andamento diz respeito à formulação instintiva do Outro, ao nome que lhe damos, à identidade que lhe atribuímos como indivíduo ou como grupo. Se não se importam, prossigo mais tarde.
Em epígrafe, a médica Cécile Kashetu ajudando um doente, foto reproduzida com a devida vénia da sua página no facebook, aqui. Abaixo, uma curta mensagem deixada nessa página a 05/05/2013.
Adenda: tenho escrito bastante sobre racismo neste diário. Sugiro recordem, por exemplo,  a série com o título A raça das raças, ainda em curso, aqui; e estoutra, já terminada, com o título De que raça é a tua cor?, aqui.
(continua)

Uma viagem a Mágoè/Zumbo (Tete) (76)

Septuagésimo sexto número de uma série fotográfica de 2012, agora com registos da vila do Zumbo, província de Tete, da autoria de Carlos Serra Jr, na qual, como em séries anteriores, desfilam imagens do microsocial do país. A última série do autor versou sobre Pemba-Metuge, aqui. A próxima terá a Zambézia como referência. Se quiser ampliar a imagem, clique sobre ela com o lado esquerdo do rato.
(continua)

13 Maio 2013

Oleiros paralizam Vale em Moatize

Prossegue o boicote dos oleiros às actividades da Vale em Moatize através dos mais variados meios, aí compreendidas as barricadas. Eles exigem uma indemnização para 50 anos ou duas gerações, algo orçado em 300 mil dólares para cada oleiro - este um dos temas do noticiário das 20 horas da estação televisiva STV. Recorde aqui.
Adenda às 21:00: notícia no "O País", aqui.
Adenda às 21.01: no portal da "Rádio Moçambique", aqui.

Postagens na forja

Eis alguns dos temas que, progressivamente, deverão entrar neste diário a partir da meia-noite local:
* Genéricos: Uma viagem a Mágoè/Zumbo (Tete) (76)
Séries pessoais: Qual a cor de Cécile Kyenge Kashetu? (7); Alice no País da Sociedade Civil (4); A cova não está em Muxúnguè (15); O aguilhão da história (sobre o assassinato do taxista moçambicano) (29); Por que os médicos venceram? (21); Vídeosocial de Maputo (4); A raça das raças (6); Desunidos e unidos (5); O poder de nomear desviantes e vândalos (11); Sobre o 15 de Novembro (18); Produção de pobreza teórica (8); O discurso da identidade nacional (8); Como suster os linchamentos? (16); O que é um intelectual? (13); Democracia formal e prescrição hipnótica (8); Análise da análise (18); Morte dos blogues moçambicanos? (47); A carne dos outros (21); A difícil fórmula da distribuição de consensos (49); Sobre os guerrilheiros do informal em Moçambique (14); Modos de navegação social (21); Ditos (57); O que é Moçambique, quem são os Moçambicanos? (97)

Savana 1009 + Faísca 615

Edições integrais respectivamente aqui e aqui.

Morte dos blogues moçambicanos? (46)

Quadragésimo sexto número da série, com sumário proposto aqui. Prossigo no ponto 6. Razões da morte. Escrevi anteriormente que é tentador defender que a agonia dos blogues moçambicanos a partir de 2010 tem a ver com o florescimento das redes sociais (recorde as vantagens dessas redes aqui). Porém, tenho por hipótese que outras razões devem ser procuradas. Os verdadeiros bloguistas não desistem, refiro-me aos bloguistas que criam, não aos do copia/cola/mexerica. Que outras razões devem ser consideradas? Tenho para mim que podem ser consideradas cinco outras razões. Prossigo mais tarde. Imagem reproduzida daqui.
(continua)
Adenda: Virtualização do quotidiano: bloguismo em Moçambique - um pequeno texto pioneiro de Teles Huo divulgado neste diário em 2006, confira aqui.
Adenda 2 às 5:56 de 17/12/2012: estude o estado da blogosfera em 2011 em trabalho da Technorati, aqui e aqui.
Adenda 3 às 7:31 de 28/04/2013: Sou blogueiro. Gero conteúdo ou faço copy/paste?, aqui.
Adenda 4 às 7:33 DE 28/04/2013RT, CTRL+C CTRL+V, EMBED, FWD ou WRITE, REC, CLICK?, aqui.

Uma viagem a Mágoè/Zumbo (Tete) (75)

Septuagésimo quinto número de uma série fotográfica de 2012, agora com registos da vila do Zumbo, província de Tete, da autoria de Carlos Serra Jr, na qual, como em séries anteriores, desfilam imagens do microsocial do país. A última série do autor versou sobre Pemba-Metuge, aqui. A próxima terá a Zambézia como referência. Se quiser ampliar a imagem, clique sobre ela com o lado esquerdo do rato.
(continua)